Odontologia na mídia


What people notice first when they meet someone

December 30, 2010

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Publicado na primeira página do Jornal USA TODAY, na coluna opinião do dia 30 de dezembro de 2010, o gráfico acima relata uma pesquisa feita com 1008 americanos adultos, onde perguntou-se:

"O que as pessoas reparam primeiro quando encontram alguém?"

47% responderam Sorriso, 31% Olhos, 11% Cheiro, 7% Roupas e 4% Cabelo.

Ou seja, Philips Sonicare, patrocinador da pesquisa, concluiu que 474 dos 1008 entrevistados priorizam o sorriso para um primeiro encontro.

E você, o que acha dessa pesquisa? O que realmente importa para você? Será que seus amigos também pensam assim?

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ANSIEDADE E MEDO AFASTAM PACIENTES

07 de setembro de 2011

Ansiedade e medo afastam pacientes de tratamentos dentários preventivos.

Entre as dificuldades que um cirurgião dentista encontra para a realização de procedimentos odontológicos está a ansiedade dos pacientes, e esta parece estar ainda mais presente em atendimentos de urgência.

As emergências dentárias nem sempre estão ligadas aos traumas e sim o que se observa é um número grande de pacientes que procuram ajuda para resolução de problemas que podiam ser prevenidos com consultas periódicas ao clínico. Ou seja, na maioria das vezes, uma queixa de dor é a razão principal de visita destes pacientes ao dentista e em aproximadamente 80% o medo e a ansiedade afastaram estes pacientes de um tratamento preventivo.

Portanto, com a melhor condição socioeconômica da população e a diversidade de tecnologia dos materiais odontológicos, o tratamento preventivo se tornou financeiramente mais acessível nos últimos 15 anos, e mesmo assim a maioria das novas consultas ocorre para remediar e não prevenir.

Dr. Giancarlo Zanoli Trentim
Cirurgião Dentista formado pela FOUSP

texto publicado no jornal

Fonte: http://poetadoabc.blogspot.com/2011/07/dr-giancarlo-zanoli-trentim.html

 

Estudo relaciona mau hÁlito e respiraÇÃo bucal em crianÇas

Junho, 2012

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Nem sempre os adultos se dão conta de que a timidez e a insegurança da criança na escola podem estar relacionadas ao mau hálito. O impacto social provocado pela halitose prejudica a qualidade de vida, além de indicar a existência de algum outro problema de saúde que precisa ser investigado pelo dentista e o otorrinolaringologista.

Um estudo publicado em 2011 na revista científica Clinics, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), avaliou 55 crianças entre 3 e 14 anos, divididas em dois grupos: respiradores bucais e nasais.

A conclusão da pesquisa realizada com o título “Association between halitosis and mouth breathing in children” foi de que 40% delas exibiram padrão de respirador bucal e 63% dessas crianças apresentaram forte odor da halitose ou mau hálito,mostrando uma relação estatisticamente significativa entre a respiração bucal e o mau hálito.

Na revisão de literatura, as autoras citaram estudos em que a maior porcentagem dos analisados tinha uma halitose mais forte pela manhã provocada pela boca seca, causada pela respiração bucal durante a noite. A evaporação da água na saliva entre os respiradores bucais poderia explicar a halitose encontrada neste estudo. No entanto, as autoras deixaram transparente a necessidade de mais estudos sobre a halitose em crianças e os fatores relacionados com a sua etiologia.

 

Fonte: Papo de Consultório – Condor e Scielo